segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Sobre a dor da saudade.

A palavra excruciante é um exagêro, e por ser um exagero, é que o sentido é nela inserido. Ao ler essa palavra eu não descrevo uma sensação, eu revivo.

Reviver momentos são prazerosos e sofridos ao mesmo tempo.

A consciência de um passado bom que não volta mais é a pior das dores. É maior do que a dor da perda, é a dor da impossibilidade, da fraqueza do imutável, do que os olhos viram e agora se fecham para não abrir mais.

A saudade pode ser saudável, apesar das palavras não estarem relacionadas, pra mim, elas sempre foram provas vivas da humanidade dentro de mim, e agora no português elas tomam caminho juntas também, pelo menos no meu português.


Em toda situação da vida, alguem nos diz que a gente uma hora vai olhar pra trás e rir de tudo, como experiência passada.


Eu me pergunto quando essa hora vai chegar.

Um comentário:

T disse...

Quando formos velhos problemáticos.